Melhor livro de Tamara Klink: qual escolher e por onde começar

Se eu tivesse de escolher apenas um livro de Tamara Klink, escolheria Bom dia, inverno. É o título que melhor reúne aventura real, isolamento, natureza e reflexão: a autora parte de oito meses vivendo sozinha em um veleiro preso no gelo do Ártico para pensar também sobre liberdade, medo, cultura, tempo e crise climática. Para … Ler mais

Por que Tamara Klink diz que os livros não são uma fuga

Vista ampla e aérea de uma vasta planície de gelo branco. Em primeiro plano, a navegadora Tamara Klink, vestindo um macacão amarelo e preto, caminha de forma descontraída. Ao fundo e à direita, seu veleiro de casco escuro repousa preso na superfície congelada, com montanhas cobertas de neve completando o horizonte sob um céu claro.

Para Tamara Klink, os livros não são uma fuga porque a leitura não precisa servir para escapar da vida nem para chegar a alguma recompensa depois dela. Ao falar sobre os meses de isolamento no Ártico, a navegadora e escritora inverteu essa ideia: livros e caminhadas eram parte da própria vida, experiências que já continham … Ler mais

Livros de Tamara Klink em ordem: por qual começar?

Os livros de Tamara Klink não formam uma série e não precisam ser lidos em uma ordem obrigatória. Para quem está chegando agora, eu começaria por Nós: O Atlântico em solitário se a vontade for acompanhar uma travessia com mais movimento; escolheria Bom dia, inverno para uma experiência mais contemplativa, marcada pelo Ártico, pelo isolamento … Ler mais

Livros de Poesia Brasileira para Começar: 7 Obras Essenciais

Ler poesia brasileira é mergulhar na identidade e na história do nosso país. Para quem não tem o costume, o primeiro contato pode parecer desafiador, mas a verdade é que existem poetas para todos os gostos — desde os versos clássicos e melancólicos até a crueza urbana dos contemporâneos. Muitas vezes, a barreira não está … Ler mais

Na ponta da língua, de Caetano Galindo, vale a pena?

Livro Na ponta da língua, de Caetano Galindo, sobre mesa de leitura

Sim, Na ponta da língua, de Caetano W. Galindo, vale a pena para quem tem curiosidade pela história das palavras e quer uma introdução acessível à mudança linguística. A proposta é clara: percorrer o português brasileiro da cabeça aos pés, usando as partes do corpo como fio condutor. Eu não indicaria o livro, porém, para … Ler mais

Cartas de Jorge Amado e Erico Verissimo Vale a Pena?

O lançamento do livro de correspondências inéditas entre dois gigantes da literatura nacional já desponta como um dos maiores eventos literários de 2026. Mas, afinal, o livro Cartas de Jorge Amado e Erico Verissimo vale a pena para o leitor comum ou é uma leitura exclusiva para pesquisadores e colecionadores? Organizado por Paloma Jorge Amado … Ler mais

Quem é Tamara Klink? Biografia, viagens e livros

Perfil da navegadora Tamara Klink olhando para o céu enquanto flocos de neve caem sobre seu cabelo e rosto. Ela veste um casaco escuro e macacão amarelo de inverno. Ao fundo, uma paisagem branca e congelada com seu barco a vela parado no gelo.

Tamara Klink é uma navegadora, escritora e arquiteta brasileira, nascida em São Paulo em 1997, conhecida pelas travessias em solitário que realizou no Atlântico e no Ártico. Filha da fotógrafa Marina Bandeira e do navegador Amyr Klink, ela cresceu cercada por histórias de mar, mas construiu uma trajetória própria: comprou um pequeno veleiro, atravessou o … Ler mais

Noite Obscena vale a pena? Avaliação da poesia de Fabrício Oliveira

Noite Obscena (Editora Mondrongo), de Fabrício Oliveira, é a obra vencedora do Prêmio Manuel Bandeira 2026, concedido pela Academia Brasileira de Letras. O livro vale a pena principalmente para quem procura uma poesia contemporânea brasileira marcada por intenso rigor formal, melancolia urbana e uma linguagem que exige e recompensa a atenção do leitor. O principal … Ler mais

Por que Tamara Klink levou três anos para escrever Bom dia, inverno?

Vista ampla e aérea de uma vasta planície de gelo branco. Em primeiro plano, a navegadora Tamara Klink, vestindo um macacão amarelo e preto, caminha de forma descontraída. Ao fundo e à direita, seu veleiro de casco escuro repousa preso na superfície congelada, com montanhas cobertas de neve completando o horizonte sob um céu claro.

Tamara Klink levou três anos para escrever Bom dia, inverno porque transformar a experiência vivida na Groenlândia em livro exigiu muito mais do que registrar o que aconteceu. A navegadora precisou decidir quanto da própria intimidade entraria na obra, encontrar um tom para a narrativa e reorganizar capítulos que, nas primeiras versões, faziam muitas idas … Ler mais

Mediação
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.