Melhor livro de Tamara Klink: qual escolher e por onde começar

Se eu tivesse de escolher apenas um livro de Tamara Klink, escolheria Bom dia, inverno. É o título que melhor reúne aventura real, isolamento, natureza e reflexão: a autora parte de oito meses vivendo sozinha em um veleiro preso no gelo do Ártico para pensar também sobre liberdade, medo, cultura, tempo e crise climática. Para … Ler mais

Por que Tamara Klink diz que os livros não são uma fuga

Vista ampla e aérea de uma vasta planície de gelo branco. Em primeiro plano, a navegadora Tamara Klink, vestindo um macacão amarelo e preto, caminha de forma descontraída. Ao fundo e à direita, seu veleiro de casco escuro repousa preso na superfície congelada, com montanhas cobertas de neve completando o horizonte sob um céu claro.

Para Tamara Klink, os livros não são uma fuga porque a leitura não precisa servir para escapar da vida nem para chegar a alguma recompensa depois dela. Ao falar sobre os meses de isolamento no Ártico, a navegadora e escritora inverteu essa ideia: livros e caminhadas eram parte da própria vida, experiências que já continham … Ler mais

Livros de Tamara Klink em ordem: por qual começar?

Os livros de Tamara Klink não formam uma série e não precisam ser lidos em uma ordem obrigatória. Para quem está chegando agora, eu começaria por Nós: O Atlântico em solitário se a vontade for acompanhar uma travessia com mais movimento; escolheria Bom dia, inverno para uma experiência mais contemplativa, marcada pelo Ártico, pelo isolamento … Ler mais

Quem é Tamara Klink? Biografia, viagens e livros

Perfil da navegadora Tamara Klink olhando para o céu enquanto flocos de neve caem sobre seu cabelo e rosto. Ela veste um casaco escuro e macacão amarelo de inverno. Ao fundo, uma paisagem branca e congelada com seu barco a vela parado no gelo.

Tamara Klink é uma navegadora, escritora e arquiteta brasileira, nascida em São Paulo em 1997, conhecida pelas travessias em solitário que realizou no Atlântico e no Ártico. Filha da fotógrafa Marina Bandeira e do navegador Amyr Klink, ela cresceu cercada por histórias de mar, mas construiu uma trajetória própria: comprou um pequeno veleiro, atravessou o … Ler mais

Por que Tamara Klink levou três anos para escrever Bom dia, inverno?

Vista ampla e aérea de uma vasta planície de gelo branco. Em primeiro plano, a navegadora Tamara Klink, vestindo um macacão amarelo e preto, caminha de forma descontraída. Ao fundo e à direita, seu veleiro de casco escuro repousa preso na superfície congelada, com montanhas cobertas de neve completando o horizonte sob um céu claro.

Tamara Klink levou três anos para escrever Bom dia, inverno porque transformar a experiência vivida na Groenlândia em livro exigiu muito mais do que registrar o que aconteceu. A navegadora precisou decidir quanto da própria intimidade entraria na obra, encontrar um tom para a narrativa e reorganizar capítulos que, nas primeiras versões, faziam muitas idas … Ler mais

Tamara Klink na Passagem Noroeste: como foi a travessia solo pelo Ártico

Vista ampla e aérea de uma vasta planície de gelo branco. Em primeiro plano, a navegadora Tamara Klink, vestindo um macacão amarelo e preto, caminha de forma descontraída. Ao fundo e à direita, seu veleiro de casco escuro repousa preso na superfície congelada, com montanhas cobertas de neve completando o horizonte sob um céu claro.

A Passagem Noroeste de Tamara Klink não é a nova viagem que ela iniciou em 2026. A travessia histórica foi concluída em 2025: a navegadora percorreu cerca de 6.500 quilômetros sozinha no Sardinha 2, da Groenlândia ao Alasca, atravessando o Oceano Ártico. Foram aproximadamente 60 dias no mar, numa rota marcada por gelo à deriva, … Ler mais

“Não foi coragem”: por que Tamara Klink considera o medo um aliado

Perfil da navegadora Tamara Klink olhando para o céu enquanto flocos de neve caem sobre seu cabelo e rosto. Ela veste um casaco escuro e macacão amarelo de inverno. Ao fundo, uma paisagem branca e congelada com seu barco a vela parado no gelo.

Quando Tamara Klink diz que não foi a coragem que a manteve segura, ela não está diminuindo o risco das próprias viagens. Está mudando o lugar do medo. Para a navegadora e escritora, o medo não precisa desaparecer antes da partida: ele pode se tornar atenção, prudência e capacidade de perceber quando alguma coisa saiu … Ler mais

Tamara e Amyr Klink: 8 meses no Ártico, 7 na Antártica

Vista ampla e aérea de uma vasta planície de gelo branco. Em primeiro plano, a navegadora Tamara Klink, vestindo um macacão amarelo e preto, caminha de forma descontraída. Ao fundo e à direita, seu veleiro de casco escuro repousa preso na superfície congelada, com montanhas cobertas de neve completando o horizonte sob um céu claro.

Mais de três décadas separam duas invernagens da família Klink: Amyr passou cerca de sete meses com o Paratii imobilizado no gelo da Antártica; Tamara Klink passou oito meses com o Sardinha 2 preso no mar congelado do Ártico groenlandês. A semelhança é tão evidente que parece uma competição entre pai e filha. Não foi. … Ler mais

O que muda quando uma mulher fica sozinha e deixa de ser definida pelo gênero

Vista ampla e aérea de uma vasta planície de gelo branco. Em primeiro plano, a navegadora Tamara Klink, vestindo um macacão amarelo e preto, caminha de forma descontraída. Ao fundo e à direita, seu veleiro de casco escuro repousa preso na superfície congelada, com montanhas cobertas de neve completando o horizonte sob um céu claro.

Quando Tamara Klink diz que, sozinha, deixou de ser definida pelo gênero, ela não está dizendo que deixou de ser mulher. Ela descreve uma experiência muito concreta: no isolamento, desapareceram o olhar externo, a comparação e várias expectativas que acompanhavam seu corpo e seu comportamento em sociedade. Esse é um dos fios mais interessantes da … Ler mais

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