Generated by Rank Math SEO, this is an llms.txt file designed to help LLMs better understand and index this website. # Editora Mediação ## Sitemaps [XML Sitemap](https://editoramediacao.com.br/sitemap_index.xml): Includes all crawlable and indexable pages. ## Posts - [Livros de Amyr Klink em ordem: por qual começar?](https://editoramediacao.com.br/livros-amyr-klink-ordem/): Não existe uma ordem obrigatória para ler os livros de Amyr Klink, porque eles não formam uma série. Se a dúvida é por onde começar, eu indicaria Cem dias entre céu e mar: é o livro de estreia, apresenta a travessia do Atlântico a remo que projetou o autor e funciona como a porta de entrada mais clara para o restante da obra. Depois, faz sentido avançar para Paratii: entre dois polos e Mar sem fim, que ampliam a escala das expedições. - [Melhor livro de Tamara Klink: qual escolher e por onde começar](https://editoramediacao.com.br/melhor-livro-tamara-klink/): Bom dia, inverno é a minha escolha como melhor livro de Tamara Klink para quem quer conhecer o trabalho da autora por uma obra só. A experiência central é extrema — oito meses vivendo sozinha em um pequeno veleiro imobilizado pelo gelo na Groenlândia —, mas o interesse do livro não se limita à façanha náutica. - [Por que Tamara Klink diz que os livros não são uma fuga](https://editoramediacao.com.br/tamara-klink-livros-nao-sao-uma-fuga/): Para Tamara Klink, os livros não são uma fuga porque a leitura não precisa servir para escapar da vida nem para chegar a alguma recompensa depois dela. Ao falar sobre os meses de isolamento no Ártico, a navegadora e escritora inverteu essa ideia: livros e caminhadas eram parte da própria vida, experiências que já continham prazer e sentido. - [Livros de Tamara Klink em ordem: por qual começar?](https://editoramediacao.com.br/livros-tamara-klink-ordem/): Os livros de Tamara Klink não formam uma série e não precisam ser lidos em uma ordem obrigatória. Para quem está chegando agora, eu começaria por Nós: O Atlântico em solitário se a vontade for acompanhar uma travessia com mais movimento; escolheria Bom dia, inverno para uma experiência mais contemplativa, marcada pelo Ártico, pelo isolamento e pela passagem do tempo. - [Livros de Poesia Brasileira para Começar: 7 Obras Essenciais](https://editoramediacao.com.br/livros-poesia-brasileira-para-comecar/): Ler poesia brasileira é mergulhar na identidade e na história do nosso país. Para quem não tem o costume, o primeiro contato pode parecer desafiador, mas a verdade é que existem poetas para todos os gostos — desde os versos clássicos e melancólicos até a crueza urbana dos contemporâneos. - [Na ponta da língua, de Caetano Galindo, vale a pena?](https://editoramediacao.com.br/na-ponta-da-lingua-caetano-galindo-vale-a-pena/): Sim, Na ponta da língua, de Caetano W. Galindo, vale a pena para quem tem curiosidade pela história das palavras e quer uma introdução acessível à mudança linguística. A proposta é clara: percorrer o português brasileiro da cabeça aos pés, usando as partes do corpo como fio condutor. Eu não indicaria o livro, porém, para quem procura uma gramática normativa, exercícios para provas ou um estudo com bibliografia extensa. A edição analisada é a brochura da Companhia das Letras, com 272 páginas. - [Cartas de Jorge Amado e Erico Verissimo Vale a Pena?](https://editoramediacao.com.br/cartas-jorge-amado-erico-verissimo-vale-a-pena/): O lançamento do livro de correspondências inéditas entre dois gigantes da literatura nacional já desponta como um dos maiores eventos literários de 2026. Mas, afinal, o livro Cartas de Jorge Amado e Erico Verissimo vale a pena para o leitor comum ou é uma leitura exclusiva para pesquisadores e colecionadores? - [Quem é Tamara Klink? Biografia, viagens e livros](https://editoramediacao.com.br/quem-e-tamara-klink/): Tamara Klink é uma navegadora, escritora e arquiteta brasileira, nascida em São Paulo em 1997, conhecida pelas travessias em solitário que realizou no Atlântico e no Ártico. Filha da fotógrafa Marina Bandeira e do navegador Amyr Klink, ela cresceu cercada por histórias de mar, mas construiu uma trajetória própria: comprou um pequeno veleiro, atravessou o Atlântico sozinha, passou oito meses isolada no inverno do Ártico e, mais tarde, completou em solitário a Passagem Noroeste. - [Noite Obscena vale a pena? Avaliação da poesia de Fabrício Oliveira](https://editoramediacao.com.br/noite-obscena-fabricio-oliveira-vale-a-pena/): Noite Obscena (Editora Mondrongo), de Fabrício Oliveira, é a obra vencedora do Prêmio Manuel Bandeira 2026, concedido pela Academia Brasileira de Letras. O livro vale a pena principalmente para quem procura uma poesia contemporânea brasileira marcada por intenso rigor formal, melancolia urbana e uma linguagem que exige e recompensa a atenção do leitor. - [Por que Tamara Klink levou três anos para escrever Bom dia, inverno?](https://editoramediacao.com.br/tamara-klink-tres-anos-escrever-bom-dia-inverno/): Tamara Klink levou três anos para escrever Bom dia, inverno porque transformar a experiência vivida na Groenlândia em livro exigiu muito mais do que registrar o que aconteceu. A navegadora precisou decidir quanto da própria intimidade entraria na obra, encontrar um tom para a narrativa e reorganizar capítulos que, nas primeiras versões, faziam muitas idas e vindas entre a preparação da viagem e o inverno. - [Nós ou Mil milhas: qual livro de Tamara Klink ler primeiro?](https://editoramediacao.com.br/nos-ou-mil-milhas-tamara-klink/): Entre Nós: O Atlântico em solitário e Mil milhas, eu começaria por Mil milhas se a ideia for acompanhar a trajetória de Tamara Klink em ordem. É o relato de sua primeira viagem em solitário, da Noruega à França, pelo Mar do Norte. Além da viagem, o livro combina prosa, poemas e desenhos. - [Tamara Klink na Passagem Noroeste: como foi a travessia solo pelo Ártico](https://editoramediacao.com.br/tamara-klink-passagem-noroeste/): A Passagem Noroeste de Tamara Klink não é a nova viagem que ela iniciou em 2026. A travessia histórica foi concluída em 2025: a navegadora percorreu cerca de 6.500 quilômetros sozinha no Sardinha 2, da Groenlândia ao Alasca, atravessando o Oceano Ártico. Foram aproximadamente 60 dias no mar, numa rota marcada por gelo à deriva, águas pouco cartografadas, correntes, sono fragmentado e encontros com ursos-polares. - [“Não foi coragem”: por que Tamara Klink considera o medo um aliado](https://editoramediacao.com.br/tamara-klink-medo-aliado-coragem/): Quando Tamara Klink diz que não foi a coragem que a manteve segura, ela não está diminuindo o risco das próprias viagens. Está mudando o lugar do medo. Para a navegadora e escritora, o medo não precisa desaparecer antes da partida: ele pode se tornar atenção, prudência e capacidade de perceber quando alguma coisa saiu do normal. - [Tamara e Amyr Klink: 8 meses no Ártico, 7 na Antártica](https://editoramediacao.com.br/tamara-amyr-klink-artico-antartica/): Mais de três décadas separam duas invernagens da família Klink: Amyr passou cerca de sete meses com o Paratii imobilizado no gelo da Antártica; Tamara Klink passou oito meses com o Sardinha 2 preso no mar congelado do Ártico groenlandês. A semelhança é tão evidente que parece uma competição entre pai e filha. Não foi. - [O que muda quando uma mulher fica sozinha e deixa de ser definida pelo gênero](https://editoramediacao.com.br/mulher-sozinha-definida-pelo-genero-tamara-klink/): Quando Tamara Klink diz que, sozinha, deixou de ser definida pelo gênero, ela não está dizendo que deixou de ser mulher. Ela descreve uma experiência muito concreta: no isolamento, desapareceram o olhar externo, a comparação e várias expectativas que acompanhavam seu corpo e seu comportamento em sociedade. - [Meu Pé de Laranja Lima vale a pena? Resumo, idade e edição](https://editoramediacao.com.br/meu-pe-de-laranja-lima/): Sim, Meu Pé de Laranja Lima vale a pena quando o leitor procura uma história acessível, mas emocionalmente intensa. O livro não depende de linguagem complicada para tratar de questões difíceis. Sua força está no contraste entre a imaginação de Zezé e o ambiente de pobreza, agressividade e carência afetiva ao seu redor. - [A dedicatória de Bom dia, inverno e a influência de Amyr Klink](https://editoramediacao.com.br/dedicatoria-bom-dia-inverno-amyr-klink/): A dedicatória de Bom dia, inverno ajuda a entender de onde nasceu a invernagem de Tamara Klink no Ártico. O livro é dedicado a Amyr Klink, seu pai, e recupera uma lembrança muito concreta da infância: as histórias que ele contava sobre o próprio inverno no mar gelado. A última frase resume essa ligação entre memória e projeto: “Esta viagem começou ali”. - [Como o livro Nós ajudou Tamara Klink a financiar seu segundo barco](https://editoramediacao.com.br/livro-nos-segundo-barco-tamara-klink/): Foi o livro Nós: O Atlântico em solitário que ajudou Tamara Klink a financiar seu segundo barco, a Sardinha 2. A própria navegadora contou que os recursos para suas viagens chegaram em etapas: primeiro vieram os livros — e ela identifica Nós diretamente como o título que financiou o novo veleiro —, depois as palestras e, mais tarde, os patrocinadores. - [Os três tipos de diário usados por Tamara Klink durante a viagem](https://editoramediacao.com.br/tres-tipos-diario-tamara-klink-viagem/): Tamara Klink não manteve um único diário durante a viagem ao Ártico: ela separou a experiência em três registros diferentes — um diário para os outros, um diário pessoal e um diário de sonhos. A distinção não era apenas de assunto. Cada um tinha destinatário, linguagem e função próprios. - [8 livros parecidos com Grande Sertão: Veredas — do mais acessível ao mais épico](https://editoramediacao.com.br/livros-parecidos-grande-sertao-veredas/): Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, é um romance brasileiro marcado pela linguagem inventiva, pela oralidade, pelo sertão transformado em território universal e pelas reflexões sobre violência, amor, fé, destino e ambiguidade moral. Para quem deseja continuar essa travessia, eu começaria por Sagarana, Torto Arado ou A Pedra do Reino, conforme o aspecto que mais chamou atenção. - [Jorge Amado: livros por onde começar e qual escolher](https://editoramediacao.com.br/jorge-amado-livros/): Para começar a ler Jorge Amado, eu escolheria o livro pelo tipo de experiência que você procura. A morte e a morte de Quincas Berro D’Água é a porta mais curta e bem-humorada; Capitães da Areia apresenta com mais força a crítica social; e Mar Morto combina lirismo, vida no cais de Salvador e a presença simbólica do mar. Os três mostram aspectos importantes da obra do autor, mas não funcionam do mesmo modo. - [O Tempo e o Vento: ordem dos livros e qual edição comprar](https://editoramediacao.com.br/o-tempo-e-o-vento-ordem-livros-edicoes/): O Tempo e o Vento, de Erico Verissimo, é uma saga histórica brasileira organizada em três partes: O Continente, O Retrato e O Arquipélago. Para a maioria dos leitores, eu começaria comprando apenas a Parte I, que reúne os dois volumes de O Continente. A obra tende a funcionar para quem gosta de romances familiares, formação histórica do Brasil, conflitos políticos e narrativas que atravessam várias gerações. - [Mar Morto faz 90 anos: por que o romance de Jorge Amado ganha destaque na Flipelô 2026](https://editoramediacao.com.br/mar-morto-90-anos-flipelo/): Mar Morto, romance de Jorge Amado publicado em 1936, completa 90 anos em 2026 e volta a receber atenção pública com uma conversa dedicada na Flipelô. A obra se passa no cais de Salvador e articula a vida dos trabalhadores do mar, a religiosidade em torno de Iemanjá, o amor, o destino e as desigualdades que atravessam aquela comunidade. - [Mar Morto, de Jorge Amado, vale a pena? Qual edição escolher](https://editoramediacao.com.br/mar-morto-jorge-amado-vale-a-pena/): Mar Morto, de Jorge Amado, é um romance brasileiro publicado originalmente em 1936 e ambientado no cais de Salvador. Vale a pena principalmente para quem procura um clássico lírico, social e profundamente ligado à cultura afro-baiana, ao trabalho marítimo e à presença de Iemanjá. - [Grande Sertão: Veredas faz 70 anos: por que o romance continua vivo](https://editoramediacao.com.br/grande-sertao-veredas-70-anos/): Grande Sertão: Veredas, romance de João Guimarães Rosa publicado em 1956, completou 70 anos em 2026 cercado por novas montagens teatrais, exposições, leituras públicas, encontros literários e uma edição comemorativa. A obra tende a funcionar melhor para leitores dispostos a entrar em uma linguagem inventiva e acompanhar uma narrativa longa, reflexiva e pouco linear. Seu principal atrativo está na maneira como transforma o sertão em território geográfico, humano e filosófico; a principal limitação é a adaptação inicial ao vocabulário e ao modo de narrar. Como compra, pode fazer sentido para leitores experientes, estudantes e admiradores da literatura brasileira, mas eu compararia o perfil da leitura e as edições antes de escolher o exemplar. - [Flipelô 2026: livros e autores em destaque](https://editoramediacao.com.br/flipelo-2026-livros-autores/): A Flipelô 2026 acontece de 5 a 9 de agosto, no Centro Histórico de Salvador, com programação gratuita e uma seleção ampla de escritores. Para transformar essa agenda em uma escolha de leitura, eu priorizaria quatro caminhos: Coração sem medo, de Itamar Vieira Junior, para quem busca ficção brasileira contemporânea; Mar Morto, para começar por Jorge Amado; Cartas, de Erico Verissimo e Jorge Amado, para quem se interessa por história literária; e Tem cardume no meu aquário, ligado à homenagem a Myriam Fraga, para famílias e crianças. - [Cartas, de Erico Verissimo e Jorge Amado, vale a pena?](https://editoramediacao.com.br/cartas-erico-verissimo-jorge-amado-vale-a-pena/): Cartas, de Erico Verissimo e Jorge Amado, reúne a correspondência mantida pelos dois escritores ao longo de mais de quatro décadas. O livro pode valer a pena principalmente para quem se interessa por literatura brasileira, memória cultural, amizade entre escritores e debates sobre o papel político da literatura. Seu principal atrativo é permitir que o leitor acompanhe os autores fora da ficção, entre confidências, conselhos literários, divergências e reflexões sobre o Brasil. - [Melhores edições de Grande Sertão: Veredas: comum, bolso ou 70 anos?](https://editoramediacao.com.br/melhores-edicoes-grande-sertao-veredas/): Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, está disponível em versões que atendem a necessidades bem diferentes. Para leitura e estudo, eu escolheria a edição da Companhia das Letras de 2019; para carregar com mais facilidade, a edição de bolso; para presente ou coleção, a edição especial de 70 anos em capa dura. - [Eventos literários no Brasil: calendário 2026, livros e autores em alta](https://editoramediacao.com.br/eventos-literarios-brasil/): Atualizado em 31 de julho de 2026. O próximo grande evento literário confirmado no Brasil é a Flipelô, realizada de 5 a 9 de agosto, no Centro Histórico de Salvador. Depois dela, o calendário traz a Feira do Livro de Guaxupé, a Bienal do Livro de São Paulo, a Festa Literária de Pirenópolis e a Feira do Livro de Porto Alegre. - [Livros mais vendidos da FLIP 2026: ranking final e qual escolher](https://editoramediacao.com.br/livros-mais-vendidos-flip-2026/): Amar é inadiável, de Socorro Acioli, foi o livro mais vendido da FLIP 2026. O ranking final da Livraria da Travessa, livraria oficial da festa, colocou O século dos imbecis, de Valter Hugo Mãe, em segundo lugar e Os imortais, de Paulliny Tort, em terceiro. - [Sagarana faz 80 anos: como o livro abriu o caminho de Guimarães Rosa](https://editoramediacao.com.br/sagarana-80-anos/): Sagarana, de João Guimarães Rosa, completa 80 anos em 2026. Publicado pela primeira vez em 1946, o livro reúne nove narrativas ambientadas principalmente no sertão mineiro e marcou a estreia do autor em uma obra de ficção publicada. - [Prêmios literários brasileiros: vencedores e quais livros ler](https://editoramediacao.com.br/premios-literarios-brasileiros/): Os principais prêmios literários brasileiros ajudam a descobrir obras relevantes, mas não funcionam todos da mesma maneira. Alguns reconhecem livros já publicados, outros revelam autores estreantes e há distinções dedicadas ao conjunto da carreira. Para começar por vencedores recentes, eu consideraria Meridiana, de Eliana Alves Cruz, para ficção; Na ponta da língua, de Caetano W. Galindo, para linguagem e humanidades; e Noite obscena, de Fabrício Oliveira, para poesia. - [A paixão pela mentira, de Paulo Schiller, vale a pena?](https://editoramediacao.com.br/a-paixao-pela-mentira-vale-a-pena/): A paixão pela mentira, de Paulo Schiller, é um ensaio brasileiro de não ficção que aproxima psicanálise, relações familiares e escolhas políticas. Eu indicaria o livro principalmente para quem deseja compreender por que pessoas comuns podem se identificar com discursos autoritários, violentos ou contrários aos próprios interesses. - [Olhai os Lírios do Campo vale a pena? Para quem o clássico de Erico Verissimo funciona](https://editoramediacao.com.br/olhai-os-lirios-do-campo-vale-a-pena/): Sim, Olhai os Lírios do Campo vale a pena para quem procura um romance brasileiro mais interessado nas escolhas morais e na psicologia das personagens do que em acontecimentos rápidos. Publicado originalmente em 1938, o livro acompanha as consequências de uma vida organizada em torno da ascensão social. - [Pela mão do povo vale a pena? Para quem é o livro sobre voto e democracia no Brasil](https://editoramediacao.com.br/pela-mao-do-povo-vale-a-pena/): Pela mão do povo: voto e democracia no Brasil, obra coletiva organizada por Cármen Lúcia Antunes Rocha, Heloisa M. Starling e Nayara Corrêa Henriques Pinto, pode valer a pena para quem procura um panorama histórico sobre eleições, cidadania, participação popular e exclusões políticas no Brasil. O principal atrativo é o recorte específico sobre a formação do direito ao voto, reunindo pesquisas ligadas ao Projeto República da UFMG. A principal limitação é que, por ser um lançamento recente de 448 páginas, ainda não há informação pública suficiente para confirmar como são o ritmo, a linguagem e o nível de dificuldade. Eu consideraria a compra para estudo, formação crítica ou interesse em história política; para uma introdução curta e mais leve, escolheria outro título. - [A pediatra, de Andréa Del Fuego, vale a pena?](https://editoramediacao.com.br/a-pediatra-andrea-del-fuego-vale-a-pena/): A pediatra, de Andréa Del Fuego, é um romance brasileiro contemporâneo sobre uma médica que trabalha com crianças sem demonstrar por elas o afeto normalmente associado à profissão. Vale a pena principalmente para quem gosta de ficção curta, humor mordaz e protagonistas que colocam o leitor em uma posição desconfortável. - [Alba, de Orides Fontela, vale a pena?](https://editoramediacao.com.br/alba-orides-fontela-vale-a-pena/): Alba, de Orides Fontela, é um livro de poesia brasileira publicado originalmente em 1983 e vencedor do Prêmio Jabuti. Vale a pena principalmente para quem procura poemas curtos, concentrados e abertos à releitura, com imagens de luz, silêncio, água, espelhos, pássaros e estrelas. - [Teia, de Orides Fontela, vale a pena?](https://editoramediacao.com.br/teia-orides-fontela-vale-a-pena/): Teia, de Orides Fontela, é um livro de poesia brasileira marcado pela concisão, pelo rigor e por imagens que aproximam linguagem, matéria, silêncio e resistência. Vale a pena principalmente para quem procura poemas breves, densos e filosóficos, capazes de continuar produzindo sentidos depois da primeira leitura. - [O século dos imbecis vale a pena? Para quem o livro funciona](https://editoramediacao.com.br/o-seculo-dos-imbecis-vale-a-pena/): O século dos imbecis, de Valter Hugo Mãe, é um romance em forma de fábula sobre ignorância, desinformação e comportamento coletivo. Pode valer a pena para quem gosta de sátira literária, realismo mágico e livros que combinam humor com reflexão filosófica. - [Bom dia, inverno, de Tamara Klink, vale a pena?](https://editoramediacao.com.br/bom-dia-inverno-tamara-klink-vale-a-pena/): Bom dia, inverno, de Tamara Klink, é uma obra de não ficção sobre os oito meses em que a navegadora permaneceu sozinha em um pequeno veleiro no Ártico groenlandês. O livro tende a valer a pena para quem gosta de relatos de viagem contemplativos, natureza, isolamento e reflexões sobre liberdade. - [Malária, de Carmen Stephan, vale a pena? Livro, edição e para quem é](https://editoramediacao.com.br/malaria-carmen-stephan-vale-a-pena/): Malária: um romance, de Carmen Stephan, é uma ficção contemporânea inspirada na experiência real da autora com a doença, mas construída como romance. Vale a pena principalmente para quem gosta de obras curtas, incomuns e reflexivas, capazes de misturar literatura, ciência, história da medicina e questões ambientais. - [Valter Hugo Mãe: livros e por onde começar a ler](https://editoramediacao.com.br/valter-hugo-mae-livros/): Valter Hugo Mãe é um autor português de romances, contos e textos de memória, conhecido por uma escrita poética, sensível e por vezes exigente. Para a maioria dos leitores, eu começaria por O Filho de Mil Homens: o romance reúne afeto, família e pertencimento em uma porta de entrada representativa. Quem prefere experimentar textos curtos pode escolher Contos de cães e maus lobos. Já O século dos imbecis é a opção mais ligada ao momento atual, depois de se destacar na FLIP 2026. - [A fraude, de Zadie Smith, vale a pena? Veja para quem o romance histórico funciona](https://editoramediacao.com.br/a-fraude-zadie-smith-vale-a-pena/): A fraude, de Zadie Smith, é um romance histórico ambientado principalmente na Inglaterra vitoriana e construído em torno do Caso Tichborne, uma disputa judicial real sobre identidade, herança e verdade. O livro pode valer a pena para quem gosta de ficção literária longa, personagens contraditórios e discussões sobre raça, classe, escravidão, gênero e poder. - [Orides Fontela: livros por onde começar e qual escolher](https://editoramediacao.com.br/orides-fontela-livros/): Para a maioria das pessoas que quer conhecer os livros de Orides Fontela, eu começaria por Alba. Publicado originalmente em 1983 e vencedor do Prêmio Jabuti, o volume combina a concisão característica da poeta com uma edição de 2026 relativamente curta, de 96 páginas. É uma boa escolha para quem procura poesia brasileira filosófica, concentrada e aberta à releitura. - [Os enigmas singulares vale a pena? Para quem a antologia de José Tolentino funciona](https://editoramediacao.com.br/os-enigmas-singulares-vale-a-pena/): Os enigmas singulares, de José Tolentino Mendonça, é uma antologia poética que reúne quase duzentos poemas de treze livros publicados ao longo de aproximadamente quatro décadas. Vale a pena principalmente para quem procura uma porta de entrada ampla para a poesia do autor, gosta de literatura portuguesa contemporânea e se interessa por temas como corpo, cotidiano, memória, silêncio, fragilidade e espiritualidade. - [O aniversário, de Andrea Bajani, vale a pena?](https://editoramediacao.com.br/o-aniversario-andrea-bajani-vale-a-pena/): O aniversário, de Andrea Bajani, é um romance contemporâneo sobre ruptura familiar, memória e as marcas deixadas por uma casa dominada pelo medo. Vale a pena principalmente para quem procura uma obra curta, precisa e emocionalmente desconfortável, mais interessada nas relações de poder dentro da família do que em acontecimentos constantes. - [Amar é inadiável, de Socorro Acioli, vale a pena?](https://editoramediacao.com.br/amar-e-inadiavel-socorro-acioli-vale-a-pena/): Amar é inadiável, de Socorro Acioli, é uma coletânea de crônicas sobre amor, literatura, memória, escrita e experiências cotidianas. O livro pode valer a pena para quem gosta de textos breves, prefere uma leitura que aceita pausas ou deseja conhecer a autora além dos romances. Seu principal atrativo está na variedade temática e na proximidade com o universo criativo de Acioli. - [O boxeador polonês vale a pena? Para quem o livro de Eduardo Halfon funciona](https://editoramediacao.com.br/o-boxeador-polones-vale-a-pena/): O boxeador polonês, de Eduardo Halfon, é uma obra de ficção contemporânea formada por histórias interligadas sobre memória familiar, identidade, deslocamento e os limites entre lembrança e invenção. Vale a pena principalmente para quem gosta de literatura latino-americana, narrativas fragmentárias e livros que exigem atenção às conexões entre personagens, lugares e tempos diferentes. - [Wole Soyinka: livros por onde começar](https://editoramediacao.com.br/wole-soyinka-livros/): Wole Soyinka é um escritor nigeriano cuja obra passa pelo teatro, romance, poesia, memórias e ensaio. Para a maioria dos leitores, eu começaria por Aké: os anos de infância, uma narrativa memorialística que apresenta a formação do autor, a vida em Abeokuta e o encontro entre tradições iorubás, cristianismo, colonialismo e mudanças políticas. - [Angela Davis: livros por onde começar e qual escolher](https://editoramediacao.com.br/angela-davis-livros/): Para a maioria das pessoas, eu começaria os livros de Angela Davis por Mulheres, raça e classe. A obra apresenta um dos eixos mais representativos do pensamento da filósofa e ativista norte-americana: a relação entre racismo, desigualdade de classe, trabalho e opressão de gênero. ## Páginas - [Blog](https://editoramediacao.com.br/blog/) - [Affiliate Disclosure](https://editoramediacao.com.br/affiliate-disclosure/) - [Contato](https://editoramediacao.com.br/contato/) - [Mediação: guias para escolher livros](https://editoramediacao.com.br/): Mediação