Literatura Infantojuvenil

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Palavreio - poesias

Leandro Maia e Jorge Herrmann
ISBN: 978-85-7706-090-0
ed. 64 p.
Palavreio é um livro para jovens e adultos apaixonados pela pluralidade das formas linguísticas: visuais, escritas e musicais. Com poemas bem-humorados, o autor brinca com a visualidade e o jogo das "palavras no papel"; depois, em "palavra dita", revela sua lírica poética, romantista e cronista, dando novos sentidos a palavras oriundas de nossa mestiçagem: latim, banto, tupi-guarani, e outras línguas; na terceira parte, em "canções", conta e canta sobre o povo brasileiro, revelando o poeta compositor, trazendo poemas e canções de sua própria autoria, incluídas no CD, com as quais irá encantar os leitores.
  • Sumário
    Prefácio: Palavra, som, canção
    Luís Augusto Fischer

    Apresentação

    I.Palavra de papel

    Escreveu
    Versão do meu verso
    À procura
    Certa ou errada
    Aviso não é coisa
    Brincos grandes
    Da tua proposta
    Aviso
    Em determinado sentido
    Minha retina retém
    Espelho meu
    A palavra de Deus
    Trapos de ideias
    Seu avô
    Mesmo asseado
    Sou um sujeito
    Nessas horas ocas
    Soneto dos dias de hoje
    Eu prefiro, você fere
    Saio pra dentro


    II.Palavra dita

    Amor é mio
    Minha praia é outra
    Rádio de pilha
    Palavra não é coisa

    III.Canção

    Apresentação
    Paisagens
    Déjà vu
    Palavreio
    M’boitatá
    Téu-téu
    Vaga-lua
    Procura
    Dia de avaliação (DDA)
    No meio do caminho
    Digno de nota
    Fita bonita

    Palavras do autor

    Sobre o autor

    Sobre o ilustrador

    Ficha técnica do CD
  • Trecho
    Aviso não é coisa que se faça
    Amigo não avisa
    Disfarça

    Aviso

    Nem toda revolução política
    é uma revolução cultural,
    mas toda revolução cultural
    é uma revolução política.

    Nessas horas ocas
    Minha mochila é quem me abraça
    Faz curvar o chão
    Forte e pesada

    Então encostam no meu peito
    Os livros dentro dela

    Meus olhos são molhados para ler
    Mas meu peito ainda sabe e sente

    Em todo esse aperto de fim de tarde
    As pessoas se batem abatidas
    Contidas se encostam
    Se acostumam
    E ninguém se abraça
  • Leia algumas páginas

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