Educação Infantil

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O dia a dia na Educação Infantil

Andrea Rapoport et al.
ISBN: 978-85-7706-071-9
ed. 176 p.
A publicação apresenta quatro capítulos articulados que se referem ao desenvolvimento das crianças de zero a seis anos, à atenção e aos cuidados necessários nessa faixa etária e às práticas pedagógicas daí decorrentes. Os autores tecem um diálogo sensível com os educadores, sugerindo o que se pode e o que se deve fazer em termos de posturas adequadas e de cuidados necessários, discutindo, inclusive, alguns temas raros na literatura: a adaptação de bebês e crianças às instituições e a nutrição e alimentação sadia na primeira infância. Dada a abrangência de sua abordagem, representa uma contribuição ímpar em termos de formação de professores desse segmento.
  • Sumário
    Apresentação

    Convivendo com crianças de zero a seis anos
    Gabriel de Andrade Junqueira Filho
    Gládis Elise Pereira da Silva Kaercher
    Susana Rangel Vieira da Cunha

    A criança de zero a um ano e meio
    A criança de um ano e meio a três anos
    A criança de três a seis anos

    A importância do período de adaptação
    Andrea Rapoport

    O ingresso da criança na instituição
    Horários reduzidos nos primeiros dias
    Quando a criança está adaptada?
    Fatores que interferem na adaptação
    Como pais educadores podem acompanhar o processo de adaptação
    Indicadores de qualidade no planejamento do período de adaptação
    Avanços e retrocessos na adaptação das crianças
    Colocar ou não a criança na instituição: o que considerar?

    Nutrição e hábitos alimentares saudáveis na primeira infância
    Maura Maria Sá de Mello

    Educação nutricional, sempre uma doce surpresa
    Higiene: o caminho da prevenção e do cuidado
    As atribuições do nutricionista
    As várias etapas da dieta e do bebê
    Desenvolvimento, crescimento e avaliação nutricional
    Hábitos alimentares e o manejo da dietas

    Comportamento infantil e sociabilidade
    Patrícia Brum Machado

    Desenvolvendo a sociabilidade: as manifestações infantis
    Os adultos e o comportamento infantil: alguns conflitos
    O papel dos pais e educadores no estabelecimento de limites
  • Trecho
    Uma tagarelice sem fim, risadinhas e choros, brinquedos espalhados, mamadeiras, colchonetes, livros, tintas e pincéis... Esse é o colorido cenário da Educação Infantil que traz muitas surpresas para todos que nele convivem: educadores, crianças e familiares.
    O desenvolvimento das crianças de zero a seis anos se dá de forma aceleradíssima, mais do que em qualquer outra faixa etária. Um dia nunca é igual ao outro em relação às suas possibilidades. Somam-se a isso as suas incríveis diferenças em termos de jeitos de ser e de conviver, em termos dos comportamentos sociais que são aprendidos por elas dentro e fora da escola e que resultam em reações próprias de cada uma.
    Nesse ambiente, pleno de novidades e encantamentos, encontram-se os educadores que têm o sério compromisso de acompanhar, cuidar, ensinar os bebês e as crianças, contando com seu bom senso, suas experiências pessoais e profissionais e a sua formação pedagógica, por vezes insuficiente para dar conta desse compromisso.
    Muitas dúvidas, por certo, os assolam no dia a dia. Algumas crianças recebem mais atenção do que outras, nem todas as suas propostas pedagógicas dão "“certo"”, alguns dias são mais difíceis e trabalhosos...
    É justamente a esses incríveis" “educadores de todos os dias"” que esta publicação se dirige.
    Professores e pesquisadores abordam temáticas importantes de suas respectivas áreas de conhecimento com o intuito de, juntos, contribuírem com esses profissionais no sentido de uma ação educativa coerente com as especificidades do desenvolvimento infantil.
    No capítulo 1, Gabriel de Andrade Junqueira Filho, Gládis Elise Pereira da Silva Kaercher e Susana Rangel Vieira da Cunha chamam atenção sobre vários aspectos da vida das crianças de modo a tornar a convivência entre essas e os adultos proveitosa e prazerosa, destacando algumas características das diferentes faixas etárias. Nesse sentido, discorrem sobre a construção da motricidade, da oralidade, das brincadeiras e das linguagens expressivas em cada etapa, comentando e sugerindo formas de agir e de não agir dos educadores junto aos bebês e às crianças.
    No capítulo 2, Andrea Rapoport, a partir de estudos e pesquisas realizadas em instituições, aborda uma temática bastante rara em Educação Infantil: a adaptação de bebês e de crianças pequenas nas escolas infantis, analisando uma série de fatores que influenciam na sua melhor adaptação, dentre eles o papel dos educadores, dos familiares e os aspectos organizacionais das instituições. Apresenta, também, indicadores de adaptação das crianças que podem servir como referencial teórico-prático aos gestores e professores.
    Maura Maria Sá de Mello, nutricionista, é autora do capítulo 3.
    Seus temas são a nutrição e os hábitos alimentares saudáveis na primeira infância, cuja abordagem resulta de estudos e pesquisas, além de sua própria experiência em uma instituição pública como coordenadora do setor de nutrição e alimentação. Maura desenvolve passo a passo as exigências nutricionais das crianças, desde o quarto mês de vida, indicando um rol de procedimentos de preparação dos alimentos, de higiene e de cuidados nutricionais na primeira infância. Uma preciosa orientação a escolas infantis, educadores e pais preocupados com a saúde das crianças.
    O último capítulo é de Patrícia Brum Machado, que encerra o livro com um tema sempre debatido entre escola e família: o comportamento infantil e o estabelecimento de limites por pais e educadores de forma a contribuir para o pleno desenvolvimento moral e intelectual das crianças. O tempo da criança, seus medos, temperamentos, disciplina e castigos são alguns temas analisados pela autora, com sabedoria e sensibilidade, e que concorrem para fazer desta publicação uma leitura indispensável em Educação Infantil.
    Destaca-se, sobretudo, o diálogo estabelecido pelos autores com o leitor. Em meio aos fundamentos teóricos apresentados com seriedade e profundidade, eles sugerem atividades e práticas pedagógicas, chamam atenção para o que se pode, para o que se deve ou não se deve fazer em respeito às diferentes etapas do desenvolvimento infantil, revelando sua sensibilidade e compreensão acerca da delicada tarefa de educar crianças de zero a seis anos.

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