Literatura Infantojuvenil

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Minicontos da Tati, Tatá, Tís, Tisoca...

Taís Ferreira e Dane DAngeli
ISBN: 978-85-7706-100-6
ed. 96 p.
Estes minicontos são quase todos baseados em fatos e personagens reais da infância da autora, trazendo algumas "invencionices", conforme ela! Pequenas histórias para garotos, garotas e "crianças crescidas" que gostam destas coisas todas, de livros, de motocas, de bichos, de nadar no rio, dos avós, de pitangueiras, da escola, e que gostam de escrever e desenhar suas próprias histórias. As ilustrações divertidas do ilustrador irão convidar os pequenos leitores a viajar na imaginação e pensar em suas próprias histórias e brincadeiras de criança.
  • Sumário
    Eu, Tati, Tatá, Tís, Tisoca...
    O cabecinha
    Teimosia e motoca laranja
    O dia em que fugi de casa
    Telefone sem fio
    Onze-horas e umbigo
    Brinquedos de crianças e roupas de adultos
    Saudades
    Festa de finados
    Coleção de figuras
    Micromundos, caracóis e centopeias
    Instrumentos
    Rio Jacarezinho

    Família
    Minha mãe
    Duas primas e uma boneca
    A casa da Vó Antonieta
    Bordar arte
    Tio adolescente
    Pombas livres
    Ovo recém-nascido

    Bichos
    Olavinho, o peixe voador
    Cães e gatos
    Gato vigia, pai vigilante
    Julieta

    Na escola
    Fuga da normalista
    O dia em que quis ser de outra cor
    Professoras e terrorismo
    Alguma vergonha
    Aula de Francês
    Livros, poesia e eu
    Aula de teatro
    João
    O que eu vou ser quando crescer

    Taís, a autora
    Dane, o ilustrador
    Palavras de Taís
     
  • Trecho
    O dia em que fugi de casa
    Aos três anos briguei com a minha mãe por algum motivo antes da janta. Ofendida, resolvi arrumar minha maleta da Moranguinho com algumas coisas que gostava e ir embora de casa: saia azul e o naninha, alguma revistinha. Saí pela porta e meus pais, impassíveis, continuaram jantando, sem nem levantar os olhos do prato. Quando estava na rua, tive a ideia brilhante de me esconder na área de serviço, onde ficavam os canários e o armário do gato. Entre a máquina de lavar e o tanque havia um espacinho, ali eu fiquei, quietinha, quietinha. Meus pais, depois de algum tempo, foram me buscar na casa da Vó Antonieta, que ficava no mesmo pátio: – Ela não apareceu aqui! – disse a Vó. Foram até a casa da minha prima ruiva, do outro lado da rua: Aqui ela não esteve! Desceram para a casa da Tia Carmem, minha tia professora de artes, que ficava debaixo da minha: – Não, ela não veio aqui, não. Todos me procurando: tios, avós, pais e até vizinhos. Eu escutava o crescente desespero.
    E ia também eu me desesperando: por que tive essa ideia boba? Agora não podia mais voltar atrás. Quase duas horas depois, as pernas formigando e a bexiga estourando, saí sem graça do meu esconderijo. Minha mãe me abraçava, chorava e brigava. Não deu tempo de chegar ao banheiro: acabei fazendo xixi na calcinha.
  • Leia algumas páginas

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