Alfabetização e Letramento

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Leitores para sempre

Pedro Demo
ISBN: 978-85-7706-008-5
ed. 144 p.
Ler livros, questionar, criticar o que se lê e tornar-se autor são caminhos decisivos para a formação da cidadania. No universo da leitura, Pedro Demo lança inúmeros desafios aos educadores: processos de leitura mediados, a arte da argumentação e da contra-argumentação, a matemática para leitura da realidade, o desafio da alfabetização na era digital, o casamento entre a tecnologia e a educação, entre outros. Destina-se a alfabetizadores, professores de todas as áreas, gestores e todos os envolvidos com atividades de incentivo à leitura.
  • Sumário
    Introdução: A importância do ato de ler

    Alfabetização e letramento
    Pedagogia da leitura
    É preciso sobretudo alfabetizar
    Ler significa questionar, contraler
    Letramento
    Alfabetismo x letramento
    Leitura, escrita e alfabetismo
    Letramento escolar e letramento social
    O ensino da leitura nas escolas

    Leitura do mundo
    A escolarização da leitura
    A arte de “"desler”"
    Professor protagonista da qualidade da leitura
    Leitura e cidadania
    Os desafios da leitura
    Ler é compreender
    Ler é divergir
    Ler é questionar, interpretar
    Ler é aprender, conhecer

    A matemática da vida
    Alfabetismo matemático
    Matemática para leitura da realidade
    A matemática precisa “ser feita”

    Leituras e contraleituras: a tecnologia em educação
    O desafio da alfabetização na era digital
    A contraleitura da linguagem da mídia
    Leitura e televisão
    Texto impresso e texto eletrônico
    Por uma tecnologia crítica em educação
    Escola que não lê, não contralê

    Formando leitores para sempre
  • Trecho
    A leitura que aprende, que conhece, não pode ser aquela que apenas lê. Neste caso, ler é passar os olhos. É muito pouco. Para ler de verdade é preciso brigar com o texto e a melhor briga é fazer um contratexto. Assim como não se aprende bem apenas escutando, tomando nota e fazendo prova, não se aprende bem apenas lendo, até porque o esquecimento se encarrega de apagar no tempo. A leitura bem feita de textos só se efetiva suficientemente em outro texto, quando o leitor se torna autor. Assim, lemos um autor para nos tornarmos autores. Mas não é qualquer leitura que instiga a autoria. Na escola, toda leitura deveria levar à autoria. Por isso, há que elaborar a leitura, não apenas reproduzir. O professor, por conseqüência, não pode ser apenas bom leitor, deve principalmente ser alguém capaz de elaborar textos próprios, com o objetivo imprescindível de conseguir que seus alunos se tornem capazes de texto próprio. De fato, na escola lemos para aprender e aprendemos para ler.

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