Inclusão e Educação Especial

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Inclusão e avaliação na escola

de alunos com necessidades educacionais especiais

Hugo Otto Beyer
ISBN: 978-85-7706-002-3
ed. 128 p.
Defende Hugo Beyer que a principal condição para uma educação inclusiva é uma nova forma de pensar: a certeza de que os alunos são sempre diferentes entre si e de que todos são especiais. O autor sugere tornar concretas algumas alternativas que vivenciou na Alemanha em relação à inclusão de alunos com necessidades especiais nas escolas: a individualização do atendimento pedagógico, uma avaliação mediadora, não comparativa, e a adoção de sistemas de bidocência, ou seja, professores especialistas atuando em colaboração com os professores de classe. Uma abordagem inédita e complementar ao tema da inclusão.
  • Sumário
    Introdução

    Educação especial e inclusão:
    um olhar sobre a história e os paradigmas

    Escola especial: tempos e espaços sociais
    O que os paradigmas nos ensinam

    A inclusão na escola regular:
    ideias para implementação

    A primeira condição: individualização do ensino
    O sistema de bidocência
    O conceito da educação especial – subsidiária?
    Uma revisão nas experiências de integração escolar:
    aspectos decorrentes

    Olhares "de fora": as experiências de integração
    na Alemanha e as discussões no Brasil


    Um pouco de história
    Reflexões sobre a realidade brasileira

    Uma escola para todos:
    do que estamos falando afinal?

    A inserção dos alunos com necessidades
    especiais nas escolas regulares
    As propostas curriculares face ao projeto da inclusão
    Reflexão sobre a didática escolar
    Epistemologias e concepções de aprendizagem
    O professor, os alunos e os pais diante
    da proposta de inclusão escolar

    Inclusão e avaliação no sistema escolar

    O atendimento escolar dos alunos
    com necessidades educacionais especiais

    A abordagem vygotskiana
    A abordagem de Feuerstein
  • Trecho
    A primeira condição para a educação inclusiva não custa dinheiro: ela exige uma nova forma de pensar. Precisamos entender que todas as crianças são diferentes entre si e únicas em sua forma de pensar e aprender, não apenas as que apresentam alguma limitação ou deficiência. Por isto é errado exigir de diferentes crianças o mesmo desempenho e lidar com elas de maneira uniforme.

    As experiências de integração escolar desenvolvidas na Alemanha, ao longo de três décadas, têm ilustrado como apenas a conjugação de colaboradores pode tornar possível a educação inclusiva. Em nosso país, infelizmente, percorremos o caminho inverso, muitas vezes sendo geradas situações difíceis de serem administradas.

    Os cursos de formação de professores, as políticas educacionais e as próprias escolas deveriam dedicar um espaço privilegiado à reflexão em torno da educação inclusiva.

    Hugo Otto Beyer

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